Expedição mobiliza índios do Parque do Xingu para ver de perto experiências de reflorestamento

ISA e Associação Terra Indígena Xingu (Atix) promovem encontro para apresentar aos índios do Parque Indígena do Xingu (PIX) parte dos resultados da Campanha YIkatu Xingu, que nasceu em 2004 e vem promovendo a recuperação de quase 3 mil hectares de nascentes e matas de beira de rio

Jopioneiro

Quando o ISA promoveu o Encontro das Nascentes do Xingu, em Canarana (MT), em outubro de 2004, reuniu de maneira inédita grandes e pequenos produtores rurais, indígenas, agricultores familiares, pesquisadores, acadêmicos e representantes da sociedade civil. Surgiu desse evento a Campanha Y Ikatu Xingu, cuja proposta era recuperar e preservar as nascentes e matas ciliares do Rio Xingu, um movimento de responsabilidade social compartilhada, ou seja, com o comprometimento de todos os atores envolvidos. O encontro promovido pelo ISA e parceiros vinha atender a uma demanda dos índios, que estavam notando alterações na água do Xingu e afluentes, consequência do desmatamento nas nascentes, que ficam fora do PIX.

Abrir o diálogo, construir a campanha, não foi tarefa fácil, mas agora, quase dez anos depois é possível constatar os bons resultados obtidos com as iniciativas executadas por meio de arranjos institucionais entre parceiros tão diferentes e concluir que valeu e vale a pena o esforço. Entre elas destacam-se o Projeto Aroeira e o Carbono Socioambiental do Xingu. Hoje, quase três mil hectares estão em processo de recuperação na Bacia do Xingu, constituindo-se em um processo inédito e ousado numa região com predominância da soja e da pecuária.

Entre 21 e 23 de maio, 33 lideranças indígenas das etnias Aweti, Ikpeng, Kaiabi, Kalapalo, Kisêdjê, Kamaiurá, Kuikuro, Matipu, Mehinaku, Nafukuá, Trumai, Waurá e Yudjá do Parque Indígena do Xingu (PIX) conheceram parte dos produtores rurais da região das cabeceiras que estão reflorestando suas áreas de nascentes e matas ciliares. Fizeram parte da expedição que acompanhou de perto o caminho percorrido pelas sementes depois que elas saem de suas aldeias e viram com os próprios olhos se está havendo recuperação das áreas.

O caminho da expedição

A expedição começou na Casa de Semente de Canarana-MT, onde são armazenadas e beneficiadas as sementes coletadas por indígenas e brancos que participam da (Rede de Sementes do Xingu ).
A partir daí, durante três dias, o grupo visitou sete propriedades rurais nos municípios de Canarana e Querência que desenvolvem trabalhos de recuperação florestal. Os índios queriam conferir se os fazendeiros estavam mesmo recuperando suas matas.

O ônibus da empresa Xavante seguiu para a fazenda Nossa Senhora Aparecida, na área rural de Canarana-MT. Como em uma coletiva de imprensa, todos os participantes fotografavam, filmavam e questionavam o proprietário Leonir Rebelato, conhecido como seu Pisca. Eles queriam saber porque o produtor resolveu cuidar da nascente de sua propriedade.

“Em 1994 eu pescava Trairão de 40 cm com meu filho de 5 anos. Quando ele completou 10 anos já não tinha peixe e nem água neste córrego”, conta. Rebelato começou a plantar sozinho as áreas em torno da nascente. Em 2007, com a ajuda da Rede Sementes plantou um corredor de 300 metros ao redor do córrego que corta a sua propriedade e desemboca no Rio Tanguro, um dos principais formadores do Rio Xingu. “Mais uns 8 anos e eu tenho certeza que meu neto vai poder pescar Trairão de 40 cm junto com meu filho”.

Em seguida, o ônibus seguiu para a fazenda de Amandio Micolino, ainda no município de Canarana-MT. “Vocês falam brasileiro?”, perguntou o proprietário a um grupo que descia do ônibus. Depois de ter certeza de que todos o entendiam, Micolino não parou mais de contar histórias. A chegada ao Mato Grosso na década de 1970, as dificuldades, a venda de meia dúzia de vacas para derrubar a mata nativa e plantar a primeira safra café. Hoje, parte da propriedade está arrendada para a soja e Micolino está empenhado em reflorestar parte do que foi derrubado. Já plantou mais de 7 hectares de floresta nos últimos quatro anos.

Antes de o sol se por, a expedição fez mais uma parada, na fazenda Simoni (Canarana). Ali, quase três hectares foram plantados na beira da represa do Garapu. “Aqui todas as árvores estão ordenadas, parece uma fila”, observou Yabaiwa Yudjá, que vive na aldeia Tuba Tuba, no Baixo Xingu. A “fila” de árvores de pequi, caju, buriti, e outras tantas que crescem na área, indica o plantio mecanizado. A proprietária Teresinha Goldoni foi a primeira da região a usar a técnica desenvolvida pelo ISA, que utiliza a plantadeira no reflorestamento de espécies nativas.

Reflorestamento em grande escala

O segundo dia da expedição começou na estrada e foram mais de três horas de viagem até a chegada no município de Bom Jesus do Araguaia, onde fica uma das fazendas do grupo Agropecuária Fazenda Brasil (AFB). Os proprietários chegaram ao Mato Grosso há menos de 10 anos para investir no negócio da soja e gado em 20 mil hectares espalhados por fazendas. Na intenção de manter o alinhamento das propriedades rurais com a legislação ambiental o grupo criou um departamento exclusivo na empresa destinado à adequação ambiental. Artemizia Moita, responsável pela área no grupo Agropecuára Fazenda Brasil, conta que meio milhão de reais foram investidos na restauração florestal de 185 hectares. Nos próximos anos, mais 247 hectares terão de ser restaurados ao redor das Áreas de Preservação Permanente (APPs), medida necessária para que a propriedade se adeque às leis ambientais e aos mercados mais exigentes.

“Estou aqui hoje pra agradecer o trabalho de vocês. Nós não teríamos como recuperar estas áreas sem as sementes que vocês coletam lá na aldeia”, disse aos indígenas.

Os índios do PIX conhecem bem o trabalho de coleta. Eles começaram a participar da Rede de Sementes logo no início de sua implantação e 17 aldeias já fornecem parte do que os produtores plantam no entorno.

Tukupe Waura é responsável pela coleta na aldeia Piyulewene, onde vivem, segundo ele, quase 60 pessoas, a maioria mulheres e crianças. “Ver o que os brancos estão fazendo com as sementes que nós colhemos na aldeia, estimula a gente a querer coletar mais”.

Colonização sulista e a soja

A expedição seguiu, então, para o município de Querência e lá, o produtor Valmir Schneider, com sotaque sulista carregado, contou aos indígenas o que levou seu avô a migrar com toda a família em direção à região central do País.

“Meu avô recebeu incentivo do governo para desmatar. Só recebia financiamento quem derrubasse floresta pra criar gado ou plantar soja”. Este foi o caminho de muitas famílias da região sul, que fugiam do alto preço da terra, da falta de crédito e da expansão dos grandes latifúndios sobre as pequenas propriedades.

A expansão da soja na região está vinculada aos incentivos do governo federal para produtores rurais do Sul do País, que migraram para o norte do Mato Grosso atraídos pelos projetos de colonização na década de 1980.

As conversas aconteceram em tom de respeito absoluto. Os índios ouviam atentos as histórias de vida do fazendeiro e com a mesma atenção Schneider ouviu o conselho de um dos índios. “Seu avô deixou esta terra pra você, você tem que deixar de herança para os seus filhos e netos uma forma diferente de cuidar desta terra, com respeito, cuidando da natureza”, disse Mutuá Kuikuro.

Próximos passos

No terceiro e último dia da expedição, o grupo seguiu para a fazenda Rica, também em Querência, a mais próxima da aldeia Ngôjwerê, localizada na Terra Indígena Wawi, encostada nos limites do PIX e onde vive a maior parte do povo Kisêdjê.

“Hoje as lideranças de quase todo o Xingu puderam ver o que os filhos e netos dos brancos que ocuparam esta terra estão fazendo de diferente dos seus velhos e vão poder chegar na aldeia e contar pro seu povo o que está acontecendo no entorno do lugar onde a gente vive”, resumiu Winti Suyá Kisêdjê, presidente da Atix.

Já Matareiup Kaiabi, que trabalhou por muitos anos na fiscalização indígena dos limites do parque, testemunhou a velocidade do processo de colonização. Em menos de 40 anos, ele viu o PIX se transformar em uma ilha verde, cercada por desmatamento, degradação dos rios e surgimento de dezenas de malhas ferroviárias no seu entorno. Ele afirmou que voltaria para casa com a certeza de que o trabalho de coleta das sementes nas aldeias representa a possibilidade de um futuro diferente para a região. “Vou contar principalmente para as mulheres, que entram na mata com suas crianças para colher semente, que o esforço delas não foi à toa, está dando resultado”.

Em uma grande roda embaixo de uma mangueira da fazenda Rica, os indígenas conversaram sobre os resultados da expedição. Mutuá Kuikuro, mestre em antropologia e professor nas aldeias do Alto Xingu traduziu o encontro de maneira muito positiva. “Sem a aproximação dos brancos, eles sempre vão pensar que índio é empecilho no desenvolvimento deles na região, e eu digo isso
diante do nosso grande chefe e cacique Kuiussi [dos índios Kisêdjê], que aguentou esta longa viagem, representando nossa raiz de luta e referência para nós jovens. Agora a gente pode dizer que o trabalho do Y Ikatu Xingu tem que continuar. A gente precisa ampliar este trabalho, trazer para mais pontos de reflorestamento e mais encontros com os fazendeiros.”

Após a expedição, os participantes sugeriram que o encontro se torne permanente. Os índios querem que os fazendeiros conheçam o trabalho de coleta de sementes que realizam nas aldeias.

ASSISTA AQUI O TEATRO SOBRE A HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA AUXILIADORA

TEATRO MOSTROU A HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Na sexta-feira, dia 24 de maio de 2013, feriado municipal dedicado a Padroeira do Município, Nossa Senhora Auxiliadora, foi apresentado um teatro sobre a sua história. A apresentação foi feita na Igreja Matriz, iniciando às 19:30 hs e foi assistida por um grande número de paroquianos. A autoria e direção da peça foi do Sr. Guido Afonso Rauber. Na direção do elenco, que foi formado basicamente pelo grupo de jovens da paróquia, atuou a Sra. Gema Favretto Colling. Na produção de áudio e sonorização atuaram os comunicadores Dirceu Luiz Egewarth e Domingos Finato. O teatro foi filmado e em breve será postado no Youtube podendo ser assistido pela internet.

Escola Paulo Freire realizou o 4º Festival de Talentos

 Aconteceu na última sexta-feira (10/Mai), a 4ª edição do Festival de Talentos da Escola Estadual de Ensino Médio Paulo Freire. Mais de mil pessoas compareceram para acompanhar as apresentações nas modalidades de música gospel, dança e música livre. Na categoria gospel os vencedores foram: 1º lugar – Yana Carolina Scalabrin; 2º lugar – Karine Lemos Sampaio; 3º lugar – Vitória Karoline. Na categoria dança: 1º lugar – Chayane, Gabriela e Natalia; 2º lugar – Jhessica, Mariana, Milena, Eric e Paulo; 3º lugar – Vitória e Raquel. Na categoria música livre: 1º lugar – Tamakayu Trumai Kaiabi; 2º lugar – Luís Fernando Conci; 3º lugar – Vitoria Regia Oliveira Silva. Os vencedores ganharam premiação em dinheiro. Participaram alunos das escolas estaduais Paulo Freire, 31 de Março e Norberto Schwantes, além do colégio Jesus Maria José. O objetivo do evento é revelar jovens talentos e incentivar a cultura. A diretora da escola Paulo Freire, Maira Pertile, disse que o evento mais uma vez foi um sucesso.

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PIONEIRO DE CANARANA ANTONIO HENRIQUE LONDERO FESTEJOU 80 ANOS DE VIDA

O pioneiro de Canarana Antônio Henrique Londero reuniu a sua família para festejar seus 80 anos de vida numa missa de ação de graças celebrada no dia 04 de maio de 2013 na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora de Canarana – MT.

        Antônio Henrique Londero nasceu dia  03/05/33  em  Ivorá-RS. Permaneceu nesta localidade até sua adolescência mudando-se após, juntamente com sua família, para Tenente Portela-RS.

       Dia 08/01/55 casou-se com Helena de Oliveira, nascida em  Santa Rosa-RS no  dia  13/08/34.

        Desta  união nasceram 11 filhos:  Pedro Aluísio, Wilson Adelino, Lenir Terezinha,  Nelson Cláudio, Cecília Maria,  Loreni Maria,  Marlene de Fátima, Marli Inês, Celso Luiz, Cezar Antônio e Eloir José.

        Juntamente com sua esposa e seus onze filhos, Henrique mudou-se para o Mato Grosso acreditando encontrar um futuro melhor para sua família.  Sua chegada em Canarana aconteceu no dia 20/09/72. Inicialmente residiu na Vila Sucuri. Posteriormente na  1ª  Agrovila e mais tarde na  Fazenda Dourada.

         No final de 1985 a  sua esposa Helena veio a falecer. No ano seguinte  Henrique casou-se com  Ilisabel Lima Cevada com a qual teve  a filha Enriete.

          A família de Antônio Henrique Londero sempre foi  muito atuante na comunidade. Antônio Henrique assumiu lideranças por diversas vezes, como presidente da sua comunidade escolar, da Igreja e outras associações. Atualmente continua residindo em Canarana, fazendo dela sua  terra amada e definitiva.

Canarana: Vem aí o 4º Festival de Talentos da Escola Estadual Paulo Freire

Canarana será o primeiro município a receber resort de turismo indígena do Brasil

Canarana é um dos municípios escolhidos para receber um Centro de Turismo e Cultura Indígena (CTCI), um resort com 120 leitos no padrão cinco estrelas. Será um investimento superior a 70 milhões de reais. A expectativa é que os recursos sejam alocados ainda neste ano e as obras iniciam logo em seguida.

O projeto, que tem como slogan “O índio no século XXI com a tradição do século XV”, visa colocar a cultura indígena como atração turística. Os índios irão trabalhar diretamente nos resorts e serão remunerados por isso. O projeto CTCI é do índio, pelo índio e para o índio. O projeto quer atrair visitantes turísticos nacionais e internacionais. Ao todo serão 20 resorts espalhados pelo Brasil onde há povos indígenas. O Centro de Turismo e Cultura Indígena manterá uma área exclusiva destinada ao turista e uma área exclusiva destinada ao indígena. O primeiro deles será construído em Canarana.

Esse projeto é de autoria do jornalista político ambiental Célio Judson de Souza, residente em Brasília/DF, que já foi secretário de dois ex-presidentes da república. Ele é sócio proprietário da empresa Turis Índio Administradora e Participação Ltda. O planejamento do projeto está por conta da Saint Germain Consultores Associados Ltda. A OSCIP mantenedora é a Associação Ecológica Piratingauna. A sede nacional Turis Índio está em Canarana, onde o jornalista recebeu apoio da equipe do Escritório Amigo Rural, sócia da empresa. Por isso a sede administrativa foi transferida para cá. O projeto também recebeu o apoio da administração municipal anterior e do vereador Paulinho, que quando presidente da Câmara, atendeu ao pedido de criação da lei 109/2012. A atual administração também apoia o empreendimento, através do futuro secretário municipal de Assuntos Indígenas, Airton Braz da Roza.

Com o projeto concluído e a empresa Turis Índio constituída, a equipe foi atrás de recursos nacionais e internacionais, os quais estão em fase final de liberação. Recebendo os recursos, a Turis Índio repassará o valor de cada resort para as OSCIP (Ongs), que vão participar na construção e na administração dos negócios. Estuda-se uma parceria com o IPEAX (Instituto de Pesquisa Etno Ambiental do Xingu), para futuros trabalhos em parceria.

Aqui no Mato Grosso, além de Canarana, será construído um resort em Barra do Garças e outro em Vila Rica. O foco em Barra do Garças será águas quentes e de praia, em Vila Rica a pesca e em Canarana o turismo de selva. Aqui, o Centro de Turismo e Cultura Indígena será construído próximo ao Parque do Xingu. Além de um hotel com 120 leitos cinco estrelas, o resort de Canarana contará com aeroporto, tratamento de água, esgoto, duas fontes de energia, viveiro, escola técnica, alojamento para 1200 indígenas, refeitório coletivo, teatro, biblioteca, museu físico e virtual, piscinas, área esportiva, área cultural, e seis km de trilha na selva através passarelas construídas ligando as copas das árvores.

Nossa reportagem teve acesso à documentação da empresa Turis Índio, já constituída, de terrenos espalhados pelo Brasil já doados à empresa para construção dos resorts, aprovação dos empreendimentos junto aos órgãos competentes, além do interesse concreto de bancos e empresas nacionais e internacionais em liberar recursos para o projeto, que deve alcançar cifras bilionárias.

CONFIRA ONDE SERÃO INSTALADOS OS CTCI PELO BRASIL:

Canarana MT – Turismo de selva, próximo ao Parque Nacional do Xingu, às Margens do Rio Xingu; Barra do Garças MT – Turismo Hidro Termal, às margens do Rio Araguaia; Vila Rica MT – Turismo água e pesca, próximo ao Parque Nacional do Xingu e às margens do Rio Araguaia; Manicoré AM – Turismo de selva, ás margens do Rio Madeira; Altamira PA – Turismo de selva, ás margens do Rio Xingu; Presidente Figueiredo AM – Turismo de selva; Parati RJ – Turismo de praia; Angra dos Reis RJ – Turismo de praia; Caraguatatuba SP – Turismo de praia; Jaraguá SP RJ – Turismo Serrano; Missões RS – Turismo Serrano; Cabrália BA – Turismo de praia; Potiguar RN – Turismo de praia; Barra do Corda MA – Turismo de selva; Pesqueira PE – Turismo Serrano; Canindé CE – Turismo Serrano; Brasília DF – Turismo Urbano Cívico Social.

JoPioneiro

ÍNDIOS DE CANARANA REALIZARAM EVENTO PARA COMEMORAR O SEU DIA

Os Índios do Município de Canarana, através da ATIX(Associação Terra Indígena do Xingu) de Canarana realizaram um evento alusivo ao Dia do Índio, nos dias 18 á 20 de Abril, iniciando ás 19:00 horas no Ginásio de Esportes Ademar Parzianello, com apresentações culturais, exibições  de filmes, feira de artesanato, comida típica indígena e torneio society indígena. A feira de artesanato funcionou também durante o dia em barracas montadas em frente ao Ginásio.

Cursos do PRONATEC em Canarana

A Secretaria Municipal de Assistência Social de Canarana em parceria com o SENAI informa que estão abertas as inscrições para os cursos do Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). Tais cursos fazem parte do Plano Brasil Sem Miséria, coordenado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS, que dispõe de um conjunto de programas e ações de incremento da formação técnica e profissional das pessoas em situação de vulnerabilidade social.

As inscrições estão sendo feitas no CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, com a Neila.

Os interessados deverão trazer cópia dos seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de endereço.

Os interessados deverão estar cadastrados no CadÚnico – Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Se não estiverem cadastrados, deverão trazer os documentos pessoais de todos os integrantes da família para que sejam inseridas no Cadastro.

Os alunos dos cursos receberão um auxílio financeiro para participarem dos cursos, sendo dividido em duas parcelas de modo que somente ira receber se finalizar o curso.

Cursos oferecidos:

 Pintor de imóveis

Carga horária: 200 H.

Idade: a partir de 16 anos. (com autorização dos pais ou responsáveis)

01 turma de 25 alunos no período noturno.

Valor bolsa: R$ 400,00 (dividido em duas parcelas).

Pintor de imóveis

Carga horária: 200 H.

Idade: a partir de 16 anos. (com autorização dos pais ou responsáveis)

01 turma de 25 alunos no período vespertino.

Valor bolsa: R$ 400,00 (dividido em duas parcelas

EX-COLEGA DE ESTUDOS DO COLONIZADOR NORBERTO SCHWANTES VISITOU CANARANA

Na sexta-feira, dia 22 de fevereiro de 2013, esteve visitando Canarana o ex-colega de estudos do Colonizador Norberto Schwantes, o Pastor Luterano Helmut Burguer, residente em Joinvile – SC. Ele estava acompanhado pela sua esposa e pelo irmão de Norberto Schwantes, Édio Schwantes e sua esposa, que residem em Nova Xavantina. Além de outros locais da cidade, eles estiveram junto ao Centro Histórico da Fundação Pró-Memória de Canarana, onde foram recebidos pelo presidente Augusto Dunck e pelo secretário e repórter da Rádio Vida Nova FM, Domingos Finato. Helmt e Édio concederam uma entrevista para o programa da Fundação Pró-Memória que vai ao ar todos os sábados, das 07:00 às 08:00 hs.

 

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