“A nossa população superou tudo e surpreendeu a todos”

Governador Silval Barbosa (PMDB) faz balanço de resultado da Copa na Capital

Tony Ribeiro/MidiaNews

LISLAINE DOS ANJOS
DA REDAÇÃO

Após anos de tensão, obras atrasadas – algumas ainda inacabadas – e da “torcida contra”, Cuiabá recebeu, neste mês, quatro jogos da Copa do Mundo da Fifa. E, ao contrário da expectativa de muitos, não ficou com o troféu de “patinho feio” dentre as cidades-sedes do país.

Apontada como possível “elefante branco”, a Arena Pantanal conseguiu reunir, nos quatro jogos, 158.717 torcedores de oito seleções vindas de cinco continentes do mundo, o Fan Fest montado na Capital bateu recorde de público em dias de jogos do Brasil e, agora, o governador Silval Barbosa (PMDB) já começa a respirar aliviado.

“É com grata satisfação que recebo a notícia de que Cuiabá se tornou referência na Copa do Mundo. Não tivemos nada que viesse a denegrir a imagem de Cuiabá ou que atrapalhasse o evento. Tudo que nós nos comprometemos a fazer, realizamos a altura. Foi um momento ímpar e a gente viu isso nas ruas”, afirmou.

“As obras serão concluídas. Temos contratos e recursos. Só não atrasou obras no Brasil quem não se propôs a fazer”

Ao fazer um balanço do que foi tratado como o “sucesso da Copa em Cuiabá”, Silval destacou os elogios recebidos pelo presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) – que esteve na Capital no dia do jogo entre Nigéria e Bósnia-Herzegovina – e as dificuldades enfrentadas para a conclusão das obras conforme o planejado.

Silval ainda falou do legado que o evento deixou para os cuiabanos e mato-grossenses após o evento e voltou a prometer a conclusão de todas as obras ainda dentro do seu mandato, que expira no final deste ano.

“Vou entregar tudo até o final do meu mandato. Pode ficar alguma coisinha do VLT, mas o resto, tudo o que está sendo feito na região metropolitana, eu vou entregar. As obras serão concluídas. Temos contratos e recursos. Só não atrasou obras no Brasil quem não se propôs a fazer”, disse.

Confira os principais trechos do balanço feito pelo governador sobre a realização da Copa em Cuiabá:

MidiaNews – Quanto foi investido pelo Governo do Estado para a realização da Copa em Cuiabá?

Silval Barbosa – Teria que levantar tudo com detalhes, mas o investimento foi de, em média, R$ 2,5 bilhões.

MidiaNews – Com o fim dos jogos em Cuiabá, qual pode ser eleito o maior legado da Copa do Mundo para Mato Grosso?

“A nossa população superou a tudo e surpreendeu a todos, encantou mais de 80 mil turistas que passaram por aqui. Isso, para mim, é o maior legado, a maior conquista.”

Silval – Tudo. Porque foram muitos investimentos, não só na infraestrutura urbana, mas também na área de segurança pública, a qualificação de pessoas e a oportunidade que nós criamos para milhares e milhares de pessoas, que trabalharam, valorizaram a aprenderam uma nova profissão. Deixamos um legado importante de como receber as pessoas. A nossa população superou a tudo e surpreendeu a todos, encantou mais de 80 mil turistas que passaram por aqui. Isso, para mim, é o maior legado, a maior conquista. Vamos colher benefícios e resultados positivos.

MidiaNews – Para que o legado da Copa se concretize, é preciso que as obras de mobilidade sejam entregues – e com a qualidade contratada. É possível concluir todas até o fim de seu mandato ou elas ficarão como legado para o seu sucessor?

Silval – Vou entregar tudo até o final do meu mandato. Pode ficar alguma coisinha do VLT, mas o resto, tudo o que está sendo feito na região metropolitana, eu vou entregar. As obras serão concluídas. Temos contratos e recursos. Só não atrasou obras no Brasil quem não se propôs a fazer. Aqui teve atraso, sim, porque temos muitas obras, período chuvoso. Enfim, são complexidades que afetam diretamente o prazo. Começo a fazer um asfalto, que é um serviço de 30 dias, mas aí falta material, e o prazo de estende para 60, 80, 90 dias. Ou então, tem demanda judicial, uma empresa que se sente prejudicada e aí uma liminar acaba atrasando a obra. O VLT, por exemplo, tem contrato até o final do ano e a turma fala que a obra atrasou, mas esquece que desde o começo nós tivemos problemas na Justiça. Ninguém lembra que ficamos parados bem mais de 90 dias por conta de uma demanda judicial. E aí, até você retomar tudo de novo, leva tempo, porque a empresa está parada, ela não mobiliza pessoas nesse período. Mas todas as obras serão concluídas muito rápidas, pelo menos a maioria delas.

MidiaNews – Até quando a Secopa será responsável pela execução de todas essas obras, visto que ela tem prazo de extinção para dezembro deste ano? Os recursos para pagamento desses contratos estão garantidos?

“Tenho grande satisfação de dizer que nada de errado, mais complexo, aconteceu”

Silval – Quero tirar essa sombra de que, porque acabou os jogos, todas as obras paralisarão. Um exemplo são as obras do Dnit [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes]. O Viaduto da Dom Orlando Chaves, já entregamos e falta algum acabamento; a Trincheira do Verdão está praticamente concluída; as trincheiras do Santa Rosa e Jurumirim, esperamos entregar dentro de dois meses, assim como o Complexo Viário do Tijucal; o Viaduto do Despraiado e a Trincheira da Ciríaco Cândia, já entregamos há alguns meses. Todas as obras que não foram concluídas têm recursos reservados para concluí-las e que não dependem do fato de a Secopa ser extinta no final do ano, prazo que ainda estamos discutindo. Por exemplo, o VLT. Se chegar no final do ano e ainda não estiver 100% concluído, a obra vai ficar inacabada? Não, porque temos contrato e recursos garantidos para execução das obras. Todas as obras têm conclusão e recursos previstos para pagamentos dos serviços.

MidiaNews – O senhor acredita que Cuiabá realmente passou por um “divisor de águas” com a realização Copa do Mundo?

Silval – Sim, em termos de conhecimento, de publicidade gratuita que tivemos e ao levar o nome de Cuiabá e de Mato Grosso para o Mundo, mostrando a forma como as pessoas de fato são aqui no nosso Estado. Juntos, esses projetos de mobilidade, agora concluídos, são a maior transformação que a região metropolitana poderia ter. Não ficamos presos só naquilo que estava na Matriz de Responsabilidades. Ousamos um pouco mais e conseguimos. A maioria das obras estruturantes ficará pronta, porque nós estamos pedindo celeridade para a conclusão de tudo isso, aproveitando que o tempo e o momento da estiagem são propícios para que as obras ganhem um ritmo muito mais acelerado.

“Não teve erro, mas eu gostaria de ter feito tudo [obras] com uma maior agilidade. Mas eu também tive dificuldades ”

MidiaNews – O presidente da Fifa, Joseph Blatter, esteve em Cuiabá durante o jogo de Nigéria e Bósnia, quando a Arena Pantanal atingiu seu recorde de público (40.499 torcedores). Qual foi a avaliação da Fifa sobre a participação de Cuiabá na Copa do Mundo?

Silval – Foi uma surpresa total para mim a avaliação que ele fez de Cuiabá, porque ele estava empolgado com a cidade e com o que nós fizemos aqui.

MidiaNews – Houve muitas críticas à escolha de Cuiabá como sede da Copa do Mundo, principalmente por parte da imprensa. O resultado contrariou as expectativas? Assim como afirmou o jornal “O Globo”, a Capital deixou de ser o “patinho feio” da Copa?

Silval – Eu acreditava muito no que eu estava fazendo. As pessoas não estavam preparadas para as transformações que nós fizemos e estamos fazendo na região metropolitana. E ainda há muitas coisas por vir. Quando você mexe na zona de conforto das pessoas, realmente incomoda. Mas, à medida que nós vamos mostrando que estamos mexendo na cidade para melhorar o dia a dia da nossa trafegabilidade, as pessoas vão começar a entender que valeu a pena todos os transtornos.

“Tivemos um ganho e uma integração com o Brasil e com o mundo que dará uma oportunidade de prospecções para o Estado e para as pessoas, não só para o país e para Mato Grosso”

MidiaNews – Como o senhor mesmo disse, Cuiabá recebeu milhares de turistas nesse período. O senhor acha que o legado do turismo é permanente ou é um ápice momentâneo, que irá “morrer” após o Mundial, visto que o próprio Estado reconheceu que foram poucos os investimentos nesse setor para a Copa?

Silval – O turismo se fortalece com a demanda. Eu acredito que, agora, há muitas agências que tem convênios com hotéis e que já lotaram suas agendas até o final do ano. Quer dizer, automaticamente nós vamos colher frutos disso. Milhares e milhares de turistas continuarão visitando Mato Grosso. E isso força os empresários a melhorarem a estrutura em cada canto e onde nós temos potenciais. Então, o crescimento do turismo será uma coisa natural.

MidiaNews – Em toda a preparação e execução dos planos para realização da Copa em Cuiabá, houve algum erro ou falha, algo que, se pudesse voltar no tempo, o governo gostaria de ter melhorado?

Silval – Não teve erro, mas eu gostaria de ter feito tudo [obras] com uma maior agilidade. Mas eu também tive dificuldades com falta de projetos, dos recursos na hora em que eu mais precisava e por conta do período chuvoso, porque aqui em Mato Grosso não dá para se trabalhar o ano todo. E tínhamos obras grandes, que precisávamos construir muito rápido, como a Arena Pantanal, que construímos em dois anos e sete meses. Isso tudo foi uma verdadeira superação para mim. Pedimos desculpas pelos transtornos, mas foram necessários para melhorar o futuro da cidade. Se não tivéssemos aproveitado esse entusiasmo do Governo Federal e o momento oportuno, talvez levássemos 30 anos para receber uma estrutura como essa na nossa região metropolitana.

MidiaNews – Teve algum ponto que possa ter contribuído, de alguma forma, para uma imagem negativa da Capital?

Silval – Tenho grande satisfação de dizer que nada de errado, mais complexo, aconteceu. Na área de segurança pública, tivemos uma estrutura muito boa que, segundo o meio de aferição da Fifa, passando dos 90% de satisfação. E isso se repetiu na área de saúde, com Cuiabá sendo a cidade que mais respondeu positivamente nessa área. A mobilidade urbana fluiu muito bem e conseguimos dar resposta positiva também no aeroporto, ao contrário do que muitos previam. A minha avaliação de tudo isso é que foi uma experiência muito positiva. Foi um aprendizado muito grande para uma equipe também muito grande. É um evento de oportunidades que qualificou e capacitou milhares de pessoas em todas as áreas, desde o início na elaboração e organização do evento, e também na parte estrutural. Tivemos a satisfação de ver os bares, restaurantes e hotéis funcionando, e muito bem, assim como a vida noturna após os jogos, o que demandou uma estrutura reforçada da área de segurança pública, mas, graças a Deus, não ocorreu nada de anormal que comprometesse a imagem da nossa cidade ou do nosso Estado.

MIdiaNews – Acabaram os jogos aqui em Cuiabá, mas pode-se dizer que a Copa também chegou ao fim por aqui?

Silval – É um evento que ainda não acabou. A parte mais complexa foi executada, que foi o evento na Arena e o grande número de pessoas que vieram para cá. Agora, nós manteremos o foco na Copa pelo Brasil, em uma grande estrutura que manteremos ainda, que é o Fan Fest, para dar resposta a milhares e milhares de pessoas que estão indo lá. Tivemos em torno de 50 mil pessoas no jogo entre Brasil e Camarões e vamos manter o local funcionando até o dia 13 de julho, para continuarmos acompanhando, torcendo e vibrando nos jogos que continuam acontecendo pelo país.

“O meu sucessor vai pagar menos dívidas por ano do que o que eu vinha pagando. ”

MidiaNews – No aspecto comercial, quanto efetivamente o Estado ganhou com a realização da Copa do Mundo?

Silval – Tivemos um ganho e uma integração com o Brasil e com o mundo que dará uma oportunidade de prospecções para o Estado e para as pessoas, não só para o país e para Mato Grosso. Sem dúvida, facilitará as relações. Recebi praticamente todas as missões oficiais dos governos dos países que estiveram aqui disputando a Copa e foi muito bacana essa relação inicial com algumas que não conhecíamos. Praticamente com todas elas temos uma relação comercial de commodities e outros produtos, mas tenho certeza que poderemos intensificar. E quem ganha com isso é Mato Grosso.

MidiaNews – Sobre a concessão da Arena Pantanal: sempre destacou-se o caráter multiuso do estádio, desde a sua concepção, e agora o Estado deu início ao processo de concessão da gestão da obra. Afinal, o foco no edital será para que a empresa vencedora explore essa característica de realização de outros eventos ou será a impulsão do futebol regional, como espera a população?

“Pedimos desculpas pelos transtornos, mas foram necessários para melhorar o futuro da cidade. ”

Silval – Estaremos agora vendo o modelo de concessão de operação, mas já começamos a contatar os clubes que estão no Campeonato Brasileiro, para trazer para cá algumas partidas. Não sei quantos jogos vamos conseguir trazer, mas vamos trabalhar muito para que essa arena tenha vida, conforme ela foi proposta. É uma arena múltiplo uso e queremos que aquele espaço continue sendo usado por milhares de pessoas que usam aquilo como núcleo comunitário, para fazer caminhada, apreciar. Daqui a pouco vamos abrir os bares e o restaurante e lá se tornará um ponto de encontro da sociedade mato-grossense. Aquilo dali tem que ter vida e é nessa concepção que ela foi construída como multiuso. Vamos ver, também, no edital, o que garante a vinda de empresas especializadas na realização de eventos, não só esportivos, mas também culturais, fazendo aquilo funcionar como uma arena múltiplo uso. As maiorias das arenas do mundo são terceirizadas e esse é um modelo que está entrando no Brasil também. Queremos grupos que entendem do ramo para serem habilitados, porque não queremos que se forme um grupo de pessoas inexperientes para administrar a arena, porque pode também não dar certo no futuro. Vamos procurar, por todos os meios, fazer dessa licitação a mais transparente possível dentro de uma concorrência pública. Não quero que essa questão de concessão seja tratada no ‘afogadinho’. Já poderíamos ter concluído essa licitação lá atrás, mas para não contaminar o evento, porque estavam todos muito envolvidos, vamos aguardar para termos uma experiência a mais. A arena pantanal precisa de dedicação exclusiva, porque aquilo ali é uma estrutura muito grande e que está ficando com um grande número de aparelhamento. É uma megaestrutura que existe ali, como a área de segurança, os equipamentos de tecnologia de ponta. São muitos investimentos e acho que ela merece uma dedicação exclusiva, por isso acredito que o privado consegue manter aquela estrutura muito bem eternamente, com condições [de uso] Qualquer um que entrar na gestão e tratar aquilo em segundo plano, dará um prejuízo muito grande, pelo tanto que foi investido.

“Valeu a pena [receber a Copa], mesmo com todas as dificuldades que tivemos, que foram as mais complexas e imagináveis possíveis, mas que nós não íamos ficar aí chorando e falando para divulgando. Procuramos superar. ”

MidiaNews – O sucesso da Copa, com a presença massiva de torcedores na Arena Pantanal, é indicativo de que há saída para a recuperação do futebol profissional de Mato Grosso e que o estádio não se torne um “elefante branco”?

Silval – Acredito que agora no pós-Copa, haverá um interesse maior dos empresários de investir para que tenhamos um ou dois clubes na série A do Campeonato Brasileiro. Isso já é um atrativo para dar viabilidade para essa arena, por exemplo, sem ser necessário buscar negociações para descentralizar outros jogos para cá.

MidiaNews – O senhor acredita que o sucesso de Cuiabá na Copa pode se refletir nas urnas, haja vista que no plano nacional isso está sendo trabalhado como um fator positivo pelo PT?

Silval – Creio que não. A Copa será mais um item da pauta que não tem como não colocar, pelas transformações eu houveram ou estão havendo na região metropolitana. Mas eu vejo que a campanha vai se nortear mesmo em propostas. O que vem acontecendo aqui na região metropolitana é só uma parte do que vem ocorrendo em Mato Grosso, a transformação da infraestrutura, MT Integrado, Prodtur, programas de transporte escolar e habitação, enfim, a logística do Estado e a melhoria da qualidade de vida das pessoas e as desigualdades regionais. Vejo que a campanha deve se pautar por aí, o fortalecimento da saúde e da educação, atrair mais gente e verticalizar a produção. Acredito que é por aí que será norteado o embate da campanha eleitoral.

MidiaNews – O seu sucessor no Governo do Estado ficará com uma dívida muito alta a ser paga em decorrência do evento? Ela poderá ser saldada em quantos anos?

Silval – O meu sucessor vai pagar menos dívidas por ano do que o que eu vinha pagando. Eu comecei a pagar em 2010, 2011, uma média de R$ 1,1 bilhão por ano. Esse ano já foi R$ 647 milhões e vai continuar essa média, de menos de R$ 700 milhões por ano, e com a receita crescente. Hoje, com menos de meio orçamento do Estado você paga toda a dívida de Mato Grosso. Em 2003 precisavam de três orçamentos para pagar a dívida. Deixo o Estado evoluído e saneado com a renegociação das dívidas que eu fiz. É um estado viável e planejado e, quem assumir, pegará o Estado no azul, consolidado e, se possível, com dinheiro em caixa.

“A turma fala que a obra [VLT] atrasou, mas esquece que desde o começo nós tivemos problemas na Justiça. Ninguém lembra que ficamos parados bem mais de 90 dias por conta de uma demanda judicial. ”

MidiaNews – O senhor falou sobre os problemas enfrentados para organização do evento. O resultado valeu a pena?

Silval – Valeu a pena, mesmo com todas as dificuldades que tivemos, que foram as mais complexas e imagináveis possíveis, mas que nós não íamos ficar aí chorando e falando para divulgando. Procuramos superar. Tivemos a oportunidade de conversar muito com uma missão da Rússia que veio aqui e que será o próximo país a sediar a Copa em 2018. Eles vieram ver o que deu certo, o que foi mais complexo, passaram o dia todo aqui conversando com a nossa equipe.

MidiaNews – Nessa conversa com os russos, o que foi listado como a maior dificuldade?

Silval – Infelizmente, a burocracia do país e do próprio Estado também. Você não consegue ter as coisas na hora em que você precisa, os recursos não saem quando você precisa, a procura pela mão de obra qualificada, os bons projetos. Sofremos com tudo isso para consolidar um grande planejamento de execução de obras. Tudo isso, nós superamos. É com grata satisfação que recebo a notícia deque Cuiabá se tornou referência na Copa do Mundo. Não tivemos nada que viesse a denegrir a imagem de Cuiabá ou que atrapalhasse o evento. Tudo que nós nos comprometemos a fazer, realizamos a altura. Foi um momento ímpar e a gente viu isso nas ruas. Eu acompanhei a Copa muito de perto e o mais bacana foi ver a integração das pessoas, a facilidade com que os cuiabanos acolheram os turistas e os fizeram se sentir em casa. E não tenho dúvidas de que o Estado vai colher frutos disso, porque a grande maioria já marcou de vir outra vez, para ficar mais tempo. Foi um aprendizado de solidariedade também, porque vimos muitos casos de pessoas que acolheram os turistas em suas casas. Esperamos que até o dia 13 ocorra tudo bem e nós possamos comemorar muito, nessa torcida pelo hexa do Brasil.MÍDIA NEWS

 

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