Aprosoja pede liberação de novas moléculas ao ministro da Agricultura

Neri Geller reafirmou compromisso com desenvolvimento do agronegócio em Mato Grosso

Ascom Aprosoja

São três as principais propostas da Aprosoja apresentadas ao novo ministro da Agricultura, Neri Geller, durante coletiva em Cuiabá, nesta quinta, 20. Liberação de novas moléculas, modernização do ministério e reativação do departamento de Logística do órgão federal foram as demandas apresentadas pelos dirigentes da associação.

O ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura Abastecimento e Pecuária (Mapa) escolheu a Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato) para sua primeira coletiva em Mato Grosso, como forma de agradecimento aos líderes do setor, que ajudaram diretamente na escolha de seu nome para o posto.

De acordo com o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, a reativação do departamento de logística do Mapa ajudará o Ministério dos Transportes com medidas para solucionar problemas de infraestrutura. Já a modernização consiste principalmente na contratação de novos técnicos para o ministério.

Fávaro destacou a necessidade de agilidade na liberação de novas moléculas, principio ativo, para combate de pragas nas lavouras. “Defensivos são como remédios: na dose certa, recomendados tecnicamente, trazem soluções e ganhos para população e agricultura”, enfatizou.

Durante a coletiva, Neri Geller reafirmou o compromisso de defender os interesses da agricultura nacional. “Vamos trabalhar para a abertura de mercado. Iremos implementar uma política muito alinhada com o setor e vou ajudar Mato Grosso, assim como outros estados, junto aos outros ministérios que tenha correlação com a produção. Como ministro, também darei apoio político necessário para as demandas dos nossos deputados federais”, afirmou.

Apesar do tempo limitado que Geller terá à frente da pasta, Fávaro acredita que o novo ministro vai atender as reivindicações da classe.

Já o presidente da Famato, Rui Prado, demandou o aprimoramento do seguro rural. Para Prado, é preciso que esse serviço seja acessível e tenha cobertura abrangente. “O seguro é muito caro, e não faz cobertura ampla. Diante de uma perda considerável, o produtor tem uma cobertura pequena, mesmo efetuando um alto pagamento”, afirmou.

A coletiva reuniu políticos e jornalistas de sites, rádios e tvs da capital e de Mato Grosso do Sul. Também participaram o deputado estadual Ezequiel Fonseca (PP) e o secretário de agricultura de Mato Grosso, Luiz Carlos Alécio.

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