Assuntos polêmicos como obras da Copa e MT Prev são adiados em sessão da AL

A sessão realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) nesta quarta-feira (19) e a agenda dos deputados estaduais reuniram uma série de assuntos que poderiam ser classificados, na falta de denominação melhor, como ‘mornos’. Já questões polêmicas como a criação do Fundo Previdenciário, que mexe com o bolso de ilustres cidadãos – vide promotores e procuradores de justiça, foram adiadas.

Um dos assuntos que tomou o tempo do parlamentar Dilmar Dal’ Bosco (DEM) foi a construção de um muro em torno do cemitério no município de Gaúcha do Norte. O pedido foi do prefeito da cidade, Nilson Alessio (DEM) reuniu-se com o deputado para reivindicar apoio junto à Secretaria de Estado das Cidades (SECID).

“A falta de um muro em torno do cemitério municipal gera muita insatisfação de toda população de Gaúcha do Norte, que tem seus entes sepultados no local, pois infelizmente, alguns moradores não respeitam e acabam jogando lixo no lugar”, justificou o gestor.

Já o deputado Emanuel Pinheiro (PR) apresentou Projeto de Lei que define como bem essencial o aparelho de celular.

O autor do projeto explica que o aparelho celular, passando à categoria de bem essencial, para todos os fins de direito, passa a ser coberto pela proteção do artigo 18 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei 8078/90). Desta forma, o cliente poderá exigir a substituição imediata de celulares com defeito, além de receber o reembolso do valor pago.

Enquanto isso o líder do Governo, deputado Hermínio J. Barreto (PR) apresentou na Assembleia Legislativa Moção de Aplauso à Escola Estadual La Salle, de Rondonópolis, que comemora esse ano 50 anos de existência e relevantes serviços prestados à sociedade mato-grossense. O parlamentar estendeu a homenagem ao diretor e demais membros da diretoria, professores, pais e alunos.

Não houve discussões em torno dos graves defeitos que todas as obras da Copa vem apresentando, como fissuras, infiltrações e afundamentos, e que impactam diretamente na vida do cidadão. O Documento/Rodrigo Meloni

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