Caos nas estradas de MT ‘não vão me apavorar’, justifica Silval; situação ‘é preço do progresso’

Os atoleiros e péssimas condições de trafegabilidade das estradas de Mato Grosso, verificados nas últimas duas semanas, “são o preço do progresso e não há muito o que fazer agora, devido às chuvas”. A constatação é do governador Silval Barbosa (PMDB), em entrevista.

O chefe do Executivo atribui o caos especialmente a três fatores: aumento considerável de chuvas em 2013, na comparação com anos anteriores; excesso de peso nas cargas dos caminhões e carretas que trafegam por essas rodovias; e o aumento da produção agrícola.

Para ele, essa é uma situação que se repete todos os anos e que não mudará nem nos próximos 15, 20 anos. “Isso não é novidade para ninguém, não vou me apavorar”, ressalta. Nos últimos dias, ele tem articulado, via bancada federal, ajuda da presidente Dilma Rousseff (PT).

Como o período chuvoso no Estado historicamente se prolonga até abril, a preocupação de produtores, prefeitoss e dos caminhoneiros é quanto à suficiência e eficiência do programa emergencial criado pelo governo para garantir a trafegabilidade nesses trechos mais críticos.

“Não se pode fazer milagre, enquanto não parar de chover não há muito o que fazer. Choveu demais não tem como tapar, não tem o que fazer, você só tapa o buraco ou corrige um atoleiro a hora que pára de chover”, justifica, ao ponderar que as equipes de socorro estão atentas para aproveitar ao máximo os dias de estiagem.

“Os atoleiros mais intensos, cruciais , já começaram a ser recuperados e assim será. O dia que der sol nós vamos dar trafegabilidade”, emenda.

Silval negou que haja algum município do Estado que esteja sofrendo com a falta de abastecimento, tanto de combustível, como de alimentos e remédios.

“Minhas duas principais preocupações são que nenhuma cidade sofra desabastecimento e que nenhum produtor deixe de ganhar ou perca produção devido a algum isolamento”, frisa. 24 Horas News

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