COCALINHO: Acidente com morte no Rio Água Preta

Um acidente de trânsito foi registrado na noite de sábado, 02 de julho, por volta das 21hs. 30min, na ponte sobre o Rio Água Preta perto onde ele deságua no Rio Cristalino, interior de Cocalinho. O local do acidente fica há cerca de 90 quilômetros da MT-326. No local, a ponte tem cerca de 4 metros de altura e 22 metros de comprimento.

O local do acidente fica distante 140 quilômetros da cidade de Cocalinho e a 50 quilômetros da Balsa do Rio das Mortes. Uma carreta carregada com 50 cabeças de gado caiu da ponte. O motorista morreu afogado, prensado entre as ferragens. A carreta trafegava da Fazenda Kimoto para a Fazenda Show, na região da Balsa. O gado também morreu.

Técnicos da Politec e do Corpo de Bombeiros foram chamados imediatamente, porém, a Politec chegou ao local somente por volta das 15hs de domingo, e os Bombeiros, um pouco depois.

O corpo do motorista foi retirado do rio somente no começo da noite deste domingo, quase 24 horas após o acidente. O corpo foi levado para Cocalinho, e depois, deslocado para Campinápolis, para a necropsia.

A demora para o atendimento da ocorrência deixou os populares revoltados.

Mais uma tragédia causada pela falta de infraestrutura de logística. A ponte de madeira quebrou com a passagem da carreta carregada com gado.

Carreta tombada com o rodado para cimaA primeira informação divulgada neste domingo pelas autoridades, dava conta de que o acidente tinha sido no Rio Água Preta na região dos calcários, o que não confere.

POLITEC EXPLICA

ÁGUA BOA – O chefe da Politec local informa que neste final de semana, os técnicos tiveram muito trabalho. Paulo Souza Barbosa disse que domingo pela manhã, ocorreu um acidente com morte em Nova Xavantina. Por falta de viaturas, a Politec conseguiu uma viatura emprestada para deslocar os técnicos para atender esse acidente. Já a demora no atendimento da Politec ao acidente de Cocalinho, tem uma explicação. Paulo disse os técnicos da Politec tinham que esperar primeiro os Bombeiros retirarem o veículo do rio para iniciar o trabalho. Como os bombeiros atrasaram, a Politec só pode fazer seu trabalho depois disso.

A liberação do corpo do motorista morto em Cocalinho, teve que seguir os trâmites normais. O corpo passou por necrópsia em Campinápolis, só aumentando o tempo da demora. Acontece que o médico de plantão é daquela cidade. Falta gente e faltam viaturas para que a Politec possa desenvolver um bom trabalho, explicou o chefe da unidade local.

interativafm

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