Confirmada ferrugem na soja em lavouras abandonadas na Suiá Missú

À Fundação Nacional do Índio já recebeu um laudo do ministério da Agricultura informando da necessidade de controle sanitário preventivo nas plantações de soja na área indígenas de Suiá Missú, para que a ferrugem asiática não se espalhe para os cerca de 100 mil hectares de lavouras no entorno. O mapa alertou para o risco sanitário representado pelo desenvolvimento da doença e propagação para além do Estado, podendo até atingir áreas próximas de Goiás e Tocantins.

Isso foi feito porque, exames laboratoriais realizados em amostras colhidas nas lavouras localizadas dentro da terra indígena de Marãiwatsédé, região nordeste de Mato Grosso, identificaram a presença de focos de ferrugem asiática. A região Nordeste de Mato Grosso, onde se situa a terra indígena, detém 15,3% da área agricultável com soja no estado. Devido ao risco de mais prejuízos e também de propagação de pragas e um dos produtores tentou, mas sem sucesso, obter na Justiça autorização para permanecer nas terras apenas para promover o devido controle sanitário e realizar a última colheita.
A Funai chegou conceder-lhe quatro dias para o trabalho, mas o prazo necessário para colher em todos os mais de 450 hectares desta propriedade em particular teria de se estender até meados de março.Diante da situação a Aprosoja solicitou ao Mapa que realizasse vistoria na área para convencer o governo federal a tomar providências preventivas.

Isso foi feito porque, exames laboratoriais realizados em amostras colhidas nas lavouras localizadas dentro da terra indígena de Marãiwatsédé, região nordeste de Mato Grosso, identificaram a presença de focos de ferrugem asiática. A região Nordeste de Mato Grosso, onde se situa a terra indígena, detém 15,3% da área agricultável com soja no estado. Devido ao risco de mais prejuízos e também de propagação de pragas e um dos produtores tentou, mas sem sucesso, obter na Justiça autorização para permanecer nas terras apenas para promover o devido controle sanitário e realizar a última colheita.

A Funai chegou conceder-lhe quatro dias para o trabalho, mas o prazo necessário para colher em todos os mais de 450 hectares desta propriedade em particular teria de se estender até meados de março.Diante da situação a Aprosoja solicitou ao Mapa que realizasse vistoria na área para convencer o governo federal a tomar providências preventivas.

 Agencia da Noticia

Responder

comment-avatar

*

*