ELEIÇÕES OAB – Moreno promete lutar pela valorização do advogado professor

Advogado militante e professor universitário por 12 anos, o candidato à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), José Moreno, pretende promover uma verdadeira transformação na figura do professor advogado em Mato Grosso, por meio da valorização, capacitação e o retorno do prestígio profissional. “O professor exerce papel fundamental na formação profissional do advogado, mas é extremamente desvalorizado e diariamente desafiado pelos obstáculos de sua profissão”, afirma o candidato.  

Para combater o cenário de baixos salários, carga horária reduzida, acúmulo de funções e pouca oferta de capacitação, está entre as propostas do grupo ‘A OAB é Muito Mais’ a criação de campanhas nacionais pela valorização da atuação profissional, que visam melhoria dos salários pagos a professores de cursos de Direito em todas as Faculdades do estado e o retorno do pagamento das horas atividades. 

A qualificação profissional é uma das principais bandeiras de José Moreno, que defende a “reciclagem” do professor com mais de três anos no mesmo estabelecimento de ensino. “As instituições não investem na reciclagem do profissional e a oferta de mestrados e doutorados é muito pobre no Estado”, aponta Moreno, frisando a existência de apenas um mestrado na área do Direito em Mato Grosso, o da Universidade Federal (UFMT). “Como o Ministério da Educação (MEC) exige que esse profissional tenha títulos, ele acaba optando por mestrados na área educacional ou até cursando em outros estados e países”, pontua. 

Em sua gestão, a Escola Superior do Advogado (ESA) irá fazer jus ao nome ao se tornar excelência no ensino jurídico do Estado, com a intensificação de cursos de especialização e pós-graduação oferecidos e a criação de cursos de mestrado e doutorado em parceria com as universidades. 

EXAME DA ORDEM – Frente ao alto índice de reprovação no Exame de Ordem, o papel do professor de Direito tem sido alvo constante de críticas e questionamentos quanto ao preparo deste profissional. Neste sentido, José Moreno defende que é preciso haver um alinhamento de ideias entre MEC, Conselho Federal e instituições organizadoras de concursos públicos. “Existe um distanciamento entre o que o MEC quer e o que as provas cobram, e o professor precisa adequar os anseios do aluno, com as exigências curriculares da instituição e os conteúdos cobrados por Exames de Ordem e concursos públicos”, finaliza o candidato.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa

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