Filho de Pioneiro procura por irmã desaparecida na região do Banco Safra; há suspeita de homicídio

Uma denúncia de que uma mulher desaparecera na última sexta feira, 07, na região do P.A. Banco Safra, em Nova Xavantina, levou a reportagem do site IN à Delegacia de Polícia Civil local, e desta, apurada as primeiras informações, à residência de Elvis Marques Souto, de 48 anos, filho de Evandro Venceslenço Souto -Pioneiro de Nova Xavantina- e irmão da desaparecida.

Segundo Elvis, a irmã, Elisvânia Batista Souto, de 41 anos, de convivência doméstica com o parceiro do qual só lembra o primeiro nome: Hiron, teria desaparecido na última sexta feira por volta das 18 horas, após sair para  “andar no mato” segundo lhe teria dito Hiron, que só no domingo, 08, veio à cidade dar queixa na Delegacia. Hiron estava na fazenda de um parente junto com Elizvânia, realizando trabalhos temporários de serviços gerais.

Conforme apurou a reportagem, ambos moram na residência de Elvis, na Rua Albert Einstein, frente a frente com a praça do Barro Vermelho, e saíram para o Banco Safra para Hiron realizar um trabalho de mais ou menos quine dias, na fazenda de um tio, há 10 km da Agrovila; de onde Elisvânia teria saído na última sexta feira,  por volta das 18 horas da casa onde estavam alojados para “andar” e não mais retornado.

Segundo o descendente de Pioneiro, as suspeitas das família recaem sobre Hiron: “Eles viviam se desentendo, chegando as vias de fato, com ameaça de morte; o Hiron já tentou matar minha irmã várias vezes. Ele já partiu para cima dela com o canivete querendo matá-la muitas vezes aqui em casa, que eu presenciei”  disse Elvis ao IN, alegando que o mesmo “bebe” e perde o juízo pois sente “ciúme” da irmã. “Ele é  suspeito” disse.

Enquanto aguarda as investigações,que estão por conta da Delegacia da Polícia Civil de Nova Xavantina, Elvis lembra que seu pai, Sr. Evandro Venceslenço, é da primeira turma de Pioneiros da Fundação Brasil Central, que chegou com a Expedição Roncador Xingu junto com o  Cel. Vanique, em 1.944, turma esta da qual faziam parte João da Silva, Zé Tropeiro e tantos outros, dos quais  hoje, que esteja vivo, provavelmente somente o Sr. Zé Goiás.

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