Jayme Campos e empresários de MT preocupados com Vale do Araguaia

O senador Jayme Campos (DEM-MT) recebeu, nesta quarta-feira, a visita do deputado estadual Zeca Viana e da diretora comercial da Mineradora Serra Dourada Neila Godinho, que mostraram-se bastante preocupados com os problemas de infraestrutura da região do Vale do Araguaia, em Mato Grosso.

Segundo disseram para o senador, os empresários da região cobram ações do governo para que a produção da região não fique ilhada. No encontro, Neila Godinho, que representava os empresários da região, enumerou as dificuldades enfrentadas por eles: pontes condenadas, falta de pavimentação, constantes atoleiros e, além disso, insuficiência de energia elétrica.

Jayme Campos disse que conhece bem os problemas da região. Para ele, é imprescindível terminar a ponte de Cocalinho. “Essa ponte está dentro do trajeto definido para passar a ferrovia Centro-Oeste, que terá início em Uruaçu-GO, passando pela cidade de Cocalinho, Água Boa, depois Lucas do Rio Verde em Mato Grosso até o município de Vilhena, em Rondônia”, enumerou o senador.

O parlamentar se colocou à disposição dos empresários da região para que juntos deles “buscar uma solução definitiva para o problema”.

Líder da Minoria – Antes da visita, o senador Jayme Campos informou, em discurso, ter sido escolhido o novo líder do Bloco Parlamentar da Minoria. Segundo disse, é uma “honrosa incumbência”. Na opinião do senador, o bom exercício da função também passa pelo exercício de temperança, sobriedade, equilíbrio, flexibilidade de posições e atitudes, renúncia ao preconceito e radicalismo, serenidade e paciência e capacidade de ponderar e ceder, virtudes que levam aos caminhos do entendimento.

Jayme Campos mencionou ainda o papel da oposição consciente, que precisa ser construtiva, baseada na crítica fundamentada e com respeito aos princípios da ética e da razão. “Tudo isso para buscar ser uma oposição que ajude ao Executivo a alcançar seus legítimos propósitos, rumo ao desenvolvimento inclusivo e harmônico de todas as classes sociais, sem incitar sectarismos nem compactuar com o aparelhamento do Estado em favor deste ou daquele grupo”, disse.

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