Jovem “encomendado” executado com 5 tiros; janeiro já registra 14 assassinatos

Na Capital onde as Polícias Civil e Militar não possuem policiais suficientes para enfrentar os bandidos, principalmente os pistoleiros e os traficantes, as mortes não param de acontecer e a violência avança sem controle e sem limites

Cinco tiros. Mais um corpo estendido no chão. As mortes por homicídio viraram rotina em Mato Grosso. Cuiabá e Várzea Grande não fogem à regra. Em 2011, mais de 400 pessoas foram assassinadas em apenas duas cidades. Em 2012, os números de pessoas mortas a bala e facadas já chegam a 14 em 21 dias. Everton Leandro da Silva, de 26 anos, foi apenas mais um morto na Capital.

Marcado para morrer por uma gangue do Jardim Paraná, na fronteira com o bairro Três Barras, região da periferia de Cuiabá apontada como violenta, Everton ousou enfrentar alguns rivais que seriam “liderados” por um jovem identificado como  “Jovino”, apontado como um dos “terrores” do bairro e da região.

Na tarde desta sexta-feira (20), Everton ainda chegou a brigar com a “Turma do Jovinho”, fugiu, mas não escapou durante a noite do mesmo dia. Sem dar nenhuma chance ao  desafeto, um dos “comandados” de “Jovinho” disparou pelo menos dez tiros conta Everson, atingido cinco vezes.

Uma das balas atingiu Everson na cabeça e ele morreu antes de chegar, já no início da madrugada deste sábado (21), ao Pronto-Socorro  Municipal de Cuiabá (PSMC). O corpo dele foi liberado por policiais da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), que deu início às investigações ainda no local do crime.

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