“Luquinha”, o menino-bandido que aos 18 anos rouba e mata “sem dó nem piedade”

Acompanhe uma reportagem exclusiva com um dos mais temidos e perigosos bandidos dos anos 2000. “Luquinha”, um apelido carinhoso para um garoto agora com apenas 18 anos, mas que já carrega nas costas o peso de muitos crimes bárbaros. Como já matou um policial, usa a “patente” da violência para impor respeito, deixando para trás um rastro de sangue

 

Crimes bárbaros como homicídios triplamente qualificados. Latrocínio: roubo seguido de morte e roubos, os conhecidos assaltos à mãe armada. Fugas, espancamentos de parceiros de celas, desordens, bagunças generalizadas, inclusive com quebra-quebra e muito deboche. Um garoto que cresceu no mundo do crime, e agora com apenas 18 anos já é considerado um bandido de altíssima periculosidade.

“Eu não conheci e nunca vi passar porque pelo Pomeri um garoto com tanta ira de matar alguém. E tem mais, ele frio, calculista. Mata sem dó nem piedade. Tanto é que matou um companheiro de cela com mais de 120 facadas. O Luquinha é um psicopata”, diz um funcionário, que por motivo de segurança pede para não ser identificado.

O “currículo criminal” é do jovem-bandido Lucas Cardoso Marques, o “Luquinha”, que acaba de completar 18 anos e já ganhou um “passaporte”, trocando o conforto, inclusive com piscina do “hotel cinco estrelas” conhecido como Complexo Pomeri (antiga Fazendinha), pela celas mofentas, fedidas e superlotadas da Penitenciária Central do Estado (PCE), antigo Pascoal Ramos.

Com matou.um “tira” – um policial-, quando ainda era menor, “Luquinha”, como todos os bandidos,mesmo os ainda garotos costumam estufar o peito e exigir respeito, principalmente daqueles bandidos considerados como “pés de chinelo”.

Aliás,  como diz a velha filosofia do submundo do crime, de que todos os bandidos que se atrevem a trocar tiros com a Polícia. Ou ainda mais importante pára eles, quem tem a coragem de matar um tiro, é porque é bandido de verdade e tem que ser respeitado, nem que seja na marra.

Acusado de vários homicídios, inclusive um latrocínio. E uma recente tentativa de homicídio, quando tentou matar um rival dentro do Pomeri, onde também já fez vários funcionários como reféns, e promoveu um quebra-quebra dias atrás, “Luquinha”, pode ser considerado o “símbolo” da violência humana.

Depois de tantos enfrentamentos com a Polícia e de tantas passagens pelo Pomeri, ele ainda acha chato e diz que a antiga fazendinha é um local que não reeduca ninguém porque ninguém faz nada, a nãos er brincar e tomar banho de piscina. As pessoas que convivem e conviveram esses últimos anos classificam “Luquinha” como psicopata. Um assassino capaz de matar qualquer pessoa brincando pelo simples prazer de matar.


O TERROR DENTRO
E FORA DO POMERI


“Luquinha” é apontado como o “terror”, dentro e fora do Complexo Socioeducativo de Cuiabá (Pomeri). Nesta  terça-feira (O3). O garoto que gosta e costuma impor respeito porque já matou um “tira”, aprontou mais uma. Promoveu um quebra-quebra.  Além de destruir trancas e paredes, ele ameaçou outros adolescentes e colocar em pânicos os funcionários.

Temido, “Luquinha” já matou um garoto interno no Pomeri recentemente com mais de 120 golpes de chuço – arma artesanal feita dentro da própria unidade. Dentro e fora do Pomeri “Luquinha” é temido pelas práticas de homicídio, dentro e fora da unidade.

Que o diga a própria Polícia e os familiares de um policial militar executado por “Luquinha” em um roubo seguido de morte: latrocínio para roubar um carro e mai de R$ 27 mil em dinheiro.

Esperto e audacioso como todos os bandidos pereiculosos, “Luquinha” usou a identidade de um primo mais velho para não ir para o Pomeri. O bandidaço com apenas 18 anos, chegou a ficar três meses preso no “Cadeião” –  Cadeia Pública do Capão Grande, em Várzea Grande. Não deu certo. Ele foi descoberto voltou para o Pomeri.

Alias, a reportagem do portal de notícias 24 Horas News acompanhou uma reportagem junto com o jornalista José Porto, da TV Record, dentro do Centro Integrado (Cisc-Norte), do Planalto,e veja o cinismo a audácia e, principalmente a arrogância de “Luquinha”.

“É só banho, tranca – tranca é quando os presos voltam para as celas -, e banho de piscina. A gente fica lá, engorda e sai para novos crimes”, disse o temido criiminoso. .

Só que desta vez,  – como já é maior de 18 anos -, “Luquinha” não vai mais voltar para as mordomias do Pemeri. Ele agora, por sinal, já está na Penitenciária Central do Estado, antigo Pascoal Ramos, onde vai poder ficar entre os bandidos, como ele, de altíssima periculosidade.

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