MPF abre inquérito para apurar supostas falhas e impropriedades em aeroporto de Rondonópolis

O Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso instaurou inquérito civil público para apurar supostas “falhas estruturais e impropriedades procedimentais” que podem colocar em risco a integridade dos passageiros que utilizam serviços do aeroporto Maestro Marinho Franco, em Rondonópolis (210 km de Cuiabá).

O MPF já conduzia um procedimento administrativo sobre o caso desde o ano passado, mas abriu inquérito por conta da necessidade de maior prazo e de mais diligências, além da complexidade do tema.

Em portaria assinada no último dia 21, a procuradora da República Marcia Zollinger citou que “a adequada prestação de serviços aeroportuários é tarefa atribuída à União”. O aeroporto, que fica a 16 quilômetros do centro de Rondonópolis, é considerado uma possível alternativa ao de Várzea Grande.

A procuradora também considerou que “compete à Agencia Nacional de Aviação Civil, autarquia federal, regular e fiscalizar as atividades de aviação civil e de infraestrutura aeronáutica e aeroportuária”. Ela não mencionou mais detalhes. Até 2012, o aeroporto municipal contava com quatro voos por dia e quatro mil passageiros por mês. Olhar Direto

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