Oficina de Estátua Viva em Água Boa


Há mais de 20 anos no Brasil, a arte das estátuas vivas está ganhando seu espaço na sociedade. Para Marcelo Zago, que trabalha com estátuas vivas há mais de 10 anos, a nova “moda” está contagiando as pessoas graças à televisão. Para ele, antigamente as pessoas olhavam e não ligavam para aqueles “objetos” parados na rua. Hoje param, tiram foto, brincam e até contratam para eventos de família.

As estátuas vivas são performances temáticas em movimentos estáticos, com pausas estratégicas e perfeitas. Elas têm origem na Grécia e teve seus primeiros personagens saídos do teatro. Na Roma Antiga, para fazer crítica ao governo, artistas usavam mímicas. Mais tarde, surgiram as estátuas vivas na Europa.

E nos dias 03 e 04 de outubro a Prefeitura de Água Boa recebeu sua primeira oficina de estátuas vivas oferecida pela Secretaria de Estado de Cultura, a oficina está sendo ministrada pelo Professor Gilberto de Nova Xavantina, e foi somente a primeira etapa.

A oficina envolve mímica teatral, maquiagem, música, técnica respiratória, entre outras coisas. Nestes dias as crianças foram pras ruas da cidade para ver a reação das pessoas, que são variadas, de risos, de espanto.

As apresentações podem retratar o renascimento, cultura popular, Greco-romana, religiosidade, Natal, questões urbanas, folclores, etc ou mesmo o aluno pode usar sua imaginação e criar seu personagem.

No Brasil, o grupo Vitrine Viva criado e junho de 1988 é um dos incentivadores dos artistas de rua.  Muitos artistas trabalham como estátuas por diversão, porque acham legal. “Entretanto é muito importante educar o povo para admirar e prestigiar esses artistas anônimos que sem patrocínio nem salário, passam horas em pé”, comenta.

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