Pistola calibre 380 que matou jornalista Auro Ida ainda não foi encontrada

Uma das peças mais importantes para a Polícia materializar um crime, principalmente um homicídio é a arma usada no assassinato. O exame de balística é o que se pode dizer: o “xeque-mate” numa investigação para incriminar um matador. Apesar do mistério do crime estar desvendado, a arma que matou o jornalista político Auro Ida com seis tiros ainda não foi localizada e apreendida.

Mantido em segredo de Justiça, o “Caso Auro Ida” caiu no esquecimento nos últimos meses, mas a reportagem do Portal de Notícias 24 Horas News continua de olhos bem apertos. E uma fonte da Secretaria de Segurança Pública (SPP), confirma:

– “A arma do crime ainda não foi localizada. E a mesma fonte revela ainda que mais de 15 armas modelo pistola calibre 380 já foram apreendidas pelas Polícias Civil e Militar,  mas nenhuma delas foi usada pelo pistoleiro – assassino pago para matar -,Evair Peres Madeira, o ”Baby”,usou para matar o jornalista Auro Ida por volta das 22h40 da noite de uma quinta-feira, 21 de julho do ano passado.

CASO AURO IDA
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Preso “Baby”, acusado
executar. jornalista “
“encomendado” por 500 reais

Jornalista Auro Ida

A mesma história contada em verso e prosa volta à tona agora de maneira oficial. O jornalista Auro Ida foi executado em um crime bárbaro e fútil. Pior, foi um crime “encomendado” por um bandido que se julgava traído, quando na realidade foi apenas abandonado por uma mulher que não aceitava ser espancada por um covarde. Auro Ida  foi executado por um pistoleiro barato, que aceita 500 reais e uma pistola de presente em troca de uma vida humana limpa, honrada e com uma longa expectativa de vida.

Investigadores da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), prenderam “Baby”, acusado de matar com seis tiros o jornalista-político Auro Ida. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). As prisões são as mesmas publicadas com exclusividade pela reportagem do Portal de Notícias 24 Horas News seis dias após o crime. Foram três prisões decretadas pela Justiça. Dois acusados estão presos. “Baby”, o executor, e o intermediário. o mandante Rubens Alves de Lima, de 29 anos, foragido.

Rubens, segundo as investigações da DHPP, na  época do crime era ex-marido da namorada  de Auro Ida, Bianca Nayara Correa de Souza, de 19 anos.  O jornalista estava sentado no carro dele, parado em frente à casa Bianca, no Jardim Fortaleza, região do Coxipó, em Cuiabá.

O atirador mandou que a namorada de Auro Ida saísse do carro e começou a atirar. O  jornalista morreu na hora. O pistoleiro que teria recebido apenas R$ 500,00 pela “empreitada”, teria fugido em uma bicicleta.

O acusado como executor do crime encomendado,   identificado como Evair Peres Madeira, o “Baby”, de 19 anos, é acusado de disparar seis vezes contra Auro Ida por volta das 22h40 de 21 de julho deste ano. “Baby”, o mandante e o executor  tiveram a prisão preventiva decretada pela juíza Mônica Perri, da 1ª Vara Criminal dde Cuiabá.

 O mandante, segundo investigações da DHPP seria Rubens, que está foragido. O intermediário – nome ainda não divulgado -, mas que pode um jovem conhecido como “Pica-Pau” foi preso junto com “Baby”.

A reportagem apurou que o valor pago pela morte do jornalista Auro Ida foi de R$ 500,00 e a pístola calibre 380 usada no crime. Uma conversa informal com policiais da DHPP, na primeira vez que foi detido em data de 26 de julho, “Baby”, confirmou que  sempre trabalhou para o tráfico de drogas, na função de “soldado”, crime pelo qual foi processado por duas vezes sendo que quando foi ouvido perante o delegado, se arrependeu e negou tudo que havia dito aos policiais anteriormente.

Baby se “arrependeu”, temendo pela sua vida, na linguagem do crime, Baby se arrependeu e não quis delatar o mandante que seria Rubens que esta foragido. Segundo a reportagem apurou ainda,  DHPP além de Baby, esta  com prisão preventiva pela juíza Monica Perri. O

MOTIVO DO CRIME
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Segundo a reportagem apurou ainda, a morte de Auro Ida se deu pelo motivo de que o jornalista sempre ia levar e buscar Bianca Nayara no bairro  Jardim Fortaleza, sempre à  noite, e portanto seria uma vítima fácil para quem quisesse atentar contra sua vida sendo que a mulher estava separada a mais de três meses do ex- namorado.

Rubens porem, sempre via Auro Ida passar com sua ex na frente da casa e passou a ser alvo de muitas piadas de seus colegas. “Você vai deixar esse cara tirar onda em você?”. Daí em diante Rubens passou a oferecer R$ 500,00 para quem executasse o “serviço”.

As investigações também detectaram que o jornalista  Auro Ida não sabia de que Rubens, ex-namorado de  Bianca era temido pelo bairro, além de também ser de alta periculosidade por seus envolvimentos em outros crimes.

24 Horas News

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