Polícia Civil divulga imagens de mulher que teria sequestrado criança em Cuiabá

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, capturou várias imagens da mulher suspeita de ter raptada uma criança recém-nascida no bairro Pedra 90, na tarde de ontem, em Cuiabá.

As imagens disponibilizadas pela Polícia mostram ‘Ana’, nome identificado pela mulher que teria sequestrado a criança, quando estava dentro do ônibus do bairro. A mulher usava blusa preta e short branco.

De acordo com o relato da mãe da criança feito aos policiais, a suspeita fez a abordagem no momento em que chovia no bairro. A mulher estava com o filho de nome Nicolas, na Rua Treze, protegida sob um toldo quando a suspeita se aproximou.

Conforme consta do boletim de ocorrência, a mulher de cabelo vermelho teria sugerido à mãe que fosse comprar um guarda-chuva e ofereceu R$ 100 reais para que efetuasse a compra. A suspeita se ofereceu para segurar a criança enquanto a mãe enfrentava a chuva para comprar a sombrinha. Pressionando muito a mãe e afirmando que o bebê podia pegar uma pneumonia, a suspeita tomou-o dos braços da mãe e a empurrou para comprar o guarda-chuva. Quando retornou, a suspeita havia sumido com a criança.

De acordo com o esposo de R.T.I.S, Josias Soares, que trabalha como servente de pedreiro, a menor contou que vinha sendo seguida pela suspeita, identificada por ‘Ana’ desde que entrou no ônibus com destino ao Pedra 90. Eles teriam vindo de Várzea Grandes para visitar familiares naquele bairro.

Ao site Olhar Direto, Josias, o pai da criança sequestrada, contou que a suspeita ofereceu cerca de R$ 5 mil em dinheiro para ficar com a criança, na tarde desta quinta-feira. “Minha esposa rejeitou a proposta, pois jamais venderia nosso filho. A mulher estranha insistiu dizendo que precisava levar o menino para mostrar ao marido que está chegando amanhã (segunda-feira) de Nova Iorque”.

Josias relata que sua mulher, ainda quando estava no ponto de ônibus, ouviu a estranha conversando ao telefone, explicando que havia encontrado o que procurava. “Ela afirmava que se não fizesse isso, perderia o direito a uma pensão mensal de R$ 30 mil, pois garantiu que estava grávida de uma menina, mas que acabou sofrendo um aborto, fato que não foi relatado ao suposto pai. Ela já sabia que o bebê era um menino e não uma menina, como procurava. Então disse que aceitava assim mesmo e que vestiria a criança com roupas femininas para enganar o marido”, teria contado a mãe a Josias.

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