Polícia Civil recupera 67 baterias furtadas de empresa de telefonia de Cuiabá

Sessenta e sete baterias avaliadas em mais de R$ 60 mil, utilizadas na manutenção do fornecimento de energia de empresas de telefonia, foram apreendidas em uma operação da Polícia Judiciária Civil, realizada na terça-feira (09.04), em Rondonópolis (212 km ao Sul). Quatro pessoas foram presas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), acusadas do crime de receptação.
Policiais civis da DERF de Rondonópolis receberam informação do furto de 20 baterias subtraídas da Estação de Rádio Base de uma empresa de telefonia, na segunda-feira (08.04), em Cuiabá. As baterias são responsáveis pela manutenção do fornecimento de energia.
A partir do rastreamento de uma das baterias, com dispositivo de rastreabilidade, investigadores da DERF de Rondonópolis, juntamente com representantes da empresa de telefonia, identificaram a localização das baterias furtadas.
Os produtos estavam em uma loja de instalação de som automotivo, prestes a serem colocadas no carro de um cliente. Todas as baterias estavam identificadas com o logotipo da empresa de telefonia. Segundo informações, o cliente havia adquirido o produto por um valor muito abaixo do preço de mercado.
Em buscas na residência do cliente foram encontradas outras três baterias, duas delas com a identificação da empresa.
Dando continuidade as investigações, a equipe de investigadores localizou em outra loja de som automotivo mais 4 baterias, 3 delas também identificadas com o logotipo da empresa de telefonia.
De acordo com o delegado de polícia da DERF, Gustavo Colognesi Belão, foram apreendidas um total de 67 baterias, a maioria delas apresentava selo da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), de uso exclusivo das empresas de telefonia. Parte dos equipamentos pertence a duas empresas de telefonia distintas. O restante do material ainda está sob investigação da origem.
Foram atuados em flagrante três proprietários de estabelecimentos comerciais pelo crime de receptação qualificada e o dono da residência pelo crime de receptação simples. Este último pagou fiança arbitrada em 10 salários mínimos e foi liberado.
Participaram da operação os investigadores da Derf Struck, Rodrigo e Nelson chefiados pelo Delegado Gustavo Colognesi Belão e as escrivãs Adriana e Jan Olinda e o escrivão Zenandes.

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