Produtores da Suiá Missu ainda esperam uma resposta do STF

Os produtores e moradores da região da Suiá Missu, 165 mil hectares de terra decretada reserva indígena Marawatsede em 1993, ainda têm esperança de que o processo possa ser revertido.

Muitos moradores ainda permanecem na área do Posto da Mata Distrito de Estrela do Araguaia que também está com ordem judicial para ser desocupada. Os moradores permanecem no Posto de gasolina da Vila, e ali fazem uma espécie de vigília contra a desocupação.

Muitas orações são realizadas no dia a dia na esperança de que o processo seja revertido. De acordo com o advogado da APROSUM – Associação dos Produtores da Suiá Missu, um pedido que suspende a desintrusão depende de uma avaliação do Ministro Joaquim Barbosa do STF, os produtores dizem estar confiantes na forma legalista que para eles o Ministro Joaquim Barbosa agora Presidente do STF tem demonstrado principalmente no julgamento do mensalão, processo ao qual fez Joaquim Barbosa ficar conhecido no Brasil como o Batman Brasileiro. “Acreditamos na forma legalista que o Ministro Joaquim Barbosa vem mostrando ao País, um exemplo é a forma como ele julgou o mensalão, e por isso acreditamos que ainda teremos mais uma chance de demonstrar tudo o que está acontecendo na região, e o descaso com que os produtores e moradores da Suiá Missu estão sendo tratados, o Ministro precisa pedir para que investiguem o processo e  a forma como a FUNAI agiu neste caso, enquanto estiver vivo ainda tenho esperança”, disse o produtor Naves Bispo que tem propriedades na região da Suiá Missu, a terra foi herança, a propriedade pertence a família de Naves a cerca de 30 anos.

O processo de desintrusão começou no dia 10 de dezembro e vem ocorrendo em toda a região da Suiá Missu. Vários manifestos foram criados em todo o Mato Grosso na tentativa de chamar a atenção das autoridades para os acontecimentos na região do Araguaia um deles é um abaixo assinado pedindo clemencia à Presidente Dilma Rousseff. O abaixo assinado tem mais de 5.800 assinaturas e para participar do manifesto basta preencher o nome e o endereço de email. Para assinar o pedido de clemência, Clique Aqui:

Agência da Notícia com Camila Nalevaiko

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