Servidores públicos de MT aderem hoje paralisação nacional

As centrais sindicais de Mato Grosso aderem, hoje, a paralisação do Dia Nacional de Lutas. O objetivo é defender a classe trabalhadora. Em Sinop, os servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) suspenderam as aulas por 24 horas. Os agentes penitenciários do município também vão parar. O Sindicato dos Servidores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) não confirmou a mobilização no município. Porém, informou que representantes da categoria estarão na mobilização, em Cuiabá.

Em Sorriso, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem devem parar as atividades no Hospital Regional. Os profissionais devem se concentrar nas portas da unidade para cobrar melhores condições de trabalho e reajuste salarial. Serão mantidos os atendimentos de urgência e emergência.

Na capital, os profissionais de várias categorias devem ocupar as ruas da cidade em apoio a mobilização em todo o país. Estão confirmados todos os sindicatos e associações que integram o fórum sindical.

A concentração vai ocorrer no Monumento a Ulisses Guimarães, às 15h, e segue pelo Centro Político Administrativo. O encerramento será na porta da Assembleia Legislativa.

Em Cuiabá, segundo o fórum, as duas exigências básicas são o combate à corrupção e o sucateamento do serviço público no Estado. Além da valorização do servidor público, autonomia financeira para todos os órgãos estaduais, fim das terceirizações, por incentivos fiscais só para a indústria, por melhorias nas condições de trabalho, pela redução dos duodécimo dos poderes, pela punição de todos os responsáveis pelos “rombos” financeiros denunciados no Estado, pela reestruturação do MT Saúde, entre outras.

Devem aderir o Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil; dos Trabalhadores em Pesquisa, Assistência e Extensão Rural; dos Servidores do Departamento Estadual de Trânsito; Profissionais da Área Instrumental do Governo; Servidores do Sistema Agrícola Agrário e Pecuário, entre outros.

Pauta única das centrais sindicais: redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários; contra o PL 4330, sobre terceirização; fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Educação; 10% do orçamento da União para a Saúde; transporte público e de qualidade; valorização das aposentadorias; reforma agrária; suspensão dos leilões de petróleo. Só Noticias

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