Sintego se mobiliza educadores da região para assembleia-geral do dia 2

O Sintego está mobilizado na luta contra as últimas medidas do governo estadual que destruíram a carreira do professor e desrespeitaram a do administrativo. Todos aqueles da região  que estiverem interessados em participar da assembléia no dia 02/02/2012 haverá ônibus que sairá da porta do Sintego, ás 05:00h. Os interessados favor ligar para o Sintego regional de Iporá até dia 31/01/2012 e deixar seu nome completo e n° da carteira de identidade.A luta

Em dezembro último e no começo deste ano, a Assembleia Legislativa aprovou projetos encaminhados pelo governador Marconi Perillo e elaborados integralmente ou em parte pelo secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto, que, na prática, rasga o plano de carreira dos trabalhadores em Educação.
Preocupado com os estragos que essas mudanças causaram na vida do professor e dos funcionários administrativos da rede estadual, o Sintego convovou para o dia 2 de fevereiro uma assembleia-geral com toda a categoria.
Enquanto o dia 2 não chega, o Sintego está completamente mobilizado para explicar aos trabalhadores e à sociedade sobre as consequências das mudanças e também para tomar as providências que já podem ser adotadas, como buscar uma posição da Justiça.
Nos dias 22 e 23, o Sintego publicou nos principais veículos de mídia impressa de Goiânia nota pública esclarecendo a população sobre os problemas oriundos com as mudanças promovidas pelo governo. “O Estado está gastando muito com publicidade para enganar a população, pois sabe que os projetos foram nocivos para o trabalhador e precisa espalhar mentiras sobre o que está fazendo com a Educação. Então resolvemos esclarecer a sociedade sobre a verdade do que está acontecendo”, disse Iêda Leal.
Desde o dia 16, todos os diretores do Sintego, em Goiânia e no interior, estão visitando todas as unidades de ensino da rede estadual e todos os locais de trabalho ligados à Secretaria Estadual de Educação (Seduc), inclusive a sede da pasta, para esclarecer os funcionários sobre os estragos causados pelo governo Marconi. Estas visitas ocorrerão até o dia 31, antevéspera da assembleia-geral.
A partir do dia 21, o Sintego começou uma mobilização nas redes sociais, visando levar as informações reais à sociedade por meio da internet. Nesta semana, está agendada também uma visita às universidades em que há áreas de estudo sobre Educação, além de audiências com outras autoridades e pesquisadores da Educação.
“E estamos promovendo inúmeras outras ações diariamente para mobilizar a categoria. O que o governo está fazendo é reprimindo o trabalhador em vez de enfrentar as demandas do ensino público e a categoria não quer mais isso”, disse Iêda.
Até o final do mês, o Sintego irá recolher cópias de contracheques para embasar a ação judicial que já está pronta e que será impetrada na Justiça no dia 1º de fevereiro. “Precisávamos aguardar os contracheques porque são as provas de que as mudanças prejudicaram o trabalhador. Todos sabemos que são medidas irregulares e ilegais, mas o contracheque vai mostrar que além de tudo houve um prejuízo enorme para o trabalhador, esteja ele na ativa ou aposentado”, disse o secretário para Assuntos Jurídicos do Sintego, Pedro Soares.

araguaia hoje

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