Terceiro envolvido em morte de homem ‘cortado ao meio’ confessa execução de uma mulher

Preso na madrugada de hoje (13), Patrício Silva, 28 anos, o terceiro envolvido pela morte do desempregado Vitor Hugo Santana Pinheiro da Silva, 28, que foi esfaqueado e teve o corpo divido ao meio e ‘embalado’ em sacos de lixo, que foram distribuídos no bairro São José, na data de 5 de novembro. O usuário de drogas foi morto por causa de uma dívida no valor de R$ 50. Além desse crime, Patrício confessou a execução de uma mulher na capital.

Patrício, Helton Jhon Lenes das Chagas, 26, Alexandre Hecke, 32, conhecido por “Gordinho”, tiveram a prisão preventiva decretada pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá. Os três homens vão responder pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, com cumulada de 33 anos.

Conforme a Polícia Civil, Patrício foi localizado na madrugada desta terça-feira (12), numa chácara na região do bairro Boa Esperança, será encaminhado à unidade prisional. Patrício declarou ainda o assassinato de uma mulher ainda não identificada. O crime teria acontecido na região do bairro Nossa Senhora Aparecida, no Coxipó, no dia 30 de setembro deste ano. A vítima foi morta por instrumento contundente e encontrada com o corpo parcialmente queimado num terreno baldio na localidade.

Segundo informações da DHPP, a mulher seria usuária de drogas e possivelmente testemunha de outro crime ocorrido na mesma região, praticado pelo grupo de Patrício e Alexandre. O caso é investigado pelo cartório do delegado André Gonçalves, que deverá interrogar os suspeitos para esclarecer a morte da mulher, que aguarda resultado do exame de DNA para descobrir a identidade da vítima.

INVESTIGAÇÕES

A delegada Anaíde Barros, que investiga o assassinato de Vitor Hugo, disse que a Polícia Civil tenta localizar algumas pessoas que estavam na casa, no dia da morte da vítima, incluindo duas mulheres que teriam lavado a casa após o jovem ser morto e esquartejado, para serem ouvidas no caso. “Se houver participação de mais alguém, vamos pedir a prisão na conclusão do inquérito policial”. Olhar Direto

Responder

comment-avatar

*

*