TRE recebe 51 pedidos de impugnação de candidatos Na lista estão Pedro Taques, José Riva e seus vices

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) recebeu 51 pedidos de impugnação de registros de candidatura em Mato Grosso. 

Desses, 27 foram propostos pelo procurador regional eleitoral, Douglas Guilherme Fernandes. Os outros partiram de coligações adversárias e candidatos. 

Entre os alvos, estão os candidatos a governador Pedro Taques (PDT), José Riva (PSD) e José Marcondes “Muvuca” (PHS); os candidatos a vice-governador Carlos Fávaro (PP), que forma chapa de Taques, e Aray Fonseca (PSD), da chapa de Riva; e o senador Jaime Campos (DEM), que concorre à reeleição pela oposição. 

O prazo para pedidos de impugnação feitos coletivamente (pelas coligações) terminou às 19h do sábado (12), e para os registros individuais encerrou-se às 19h desta terça-feira (15). 

O prazo para que o Tribunal Regional Eleitoral julgue os registros de candidatura se encerra em 21 de agosto. 

Relatores

Os dois pedidos de impugnação de Riva – um proposto pelo Ministério Público Eleitoral e outro pela coligação do adversário Taques, ambos com base na lei da Ficha Limpa – serão relatados pelo juiz Agamenon Alcântara Moreno Junior. 

Ele também será o responsável pelos dois pedidos de impugnação de Taques, formulados pela coligação de Riva e do candidato a governador Lúdio Cabral (PT), que alegam fraude na ata da convenção do PDT.

O mesmo juiz vai relatar os pedidos contra os dois candidatos a vice-governador. No caso de Aray, a alegação é de que houve fraude na ata da convenção do PSD. Já Fávaro é acusado de não se desincompatibilizar da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso). 

Agamenon também julgará o pedido de impugnação de Jaime Campos, acusado de estar inelegível por uma condenação do Tribunal de Contas da União (TCU) devido a um convênio com o Ministério da Saúde, para compra de equipamentos hospitalares.

O registro de candidatura de Muvuca está nas mãos do juiz Lídio Modesto da Silva Filho. Ele se tornou alvo por não ter apresentado prestação de contas das últimas eleições que se candidatou. 

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