Única escola estadual de Ribeirão Cascalheira está “caindo” e pais e alunos fazem manifesto

A Escola Estadual Coronel Ondino Lima de Ribeirão Cascalheira que atende aproximadamente 1.060 alunos no Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos, atendendo ainda alunos na sala de recursos (multifuncional), articulação e também o projeto mais educação, passou por uma reforma geral em 2006 na gestão do então governador Blairo Maggi (PR), porém foi finalizada com grandes falhas na infraestrutura.

Segundo nota da própria direção da escola em 2010 e 2011 contava com a possibilidade de desabar o telhado, o que fez com que a direção da escola buscasse uma solução junto a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC), através de documentos oficiais, o que foi feito o destelhamento de parte da escola no segundo semestre de 2011.

Porém desde então nada mais foi feito e a escola continua destelhada e passando por dificuldades de espaço, os alunos tem que se desdobrar para poder estudar em espaços divididos no saguão da escola e em salas de aulas.

A escola que foi construída no “padrão Maggi”, não tem uma quadra para atividades de educação física e nem mesmo um espaço adequado para as atividades propostas para a melhoria do ensino de aprendizagem dos educandos.

A direção informou ao Agência da Notícia que em agosto de 2012 começou um contato direto com o Secretário de Educação, Ságuas Moraes através de documentos que sempre são enviados uma copia via malote para a Seduc. Em conversa informal por celular com o secretário a  direção disse que ele informou que em Abril saindo o orçamento fará a reforma de parte da escola.

“A parte administrativa e sala de aula estão sem a cobertura desde o segundo semestre de 2011. Diante disso, os transtornos são inevitáveis, dificultando o bom andamento dos trabalhos desenvolvidos na escola. Nossos alunos estão convivendo no dia-a-dia com madeiras, ferragens, telhas e outros entulhos, correndo riscos de acidentes. Parte da escola está em estado de abandono, outra parte está entulhada de coisas diminuindo assim o espaço físico do ambiente escolar”, disse a direção da Escola em Nota enviada ao Agência da Notícia.

“A Comunidade Escolar com medo de ser apenas promessas e preocupada com os transtornos que vem acontecendo está decidida levar o caso até a promotoria, aos meios de comunicação e sociedade em geral através de documentos e atos públicos”, informou a direção. Agencia da Noticia

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